[Gigantomaquia] Resumo da História de Sangue


  • Equidna

No Santuário, Saori e Tatsumi, ex-mordomo de Mitsumasa Kido, visitam o quarto em que Mei descansa após a luta com Tífon e conversam sobre a infância e a situação privilegiada dele em comparação aos outros órfãos e a sua decisão de também partir em treinamento, assim como os outros garotos que tinham essa obrigação, para conquistar a armadura.

Nicol entra no quarto e exercendo sua função de Grande Mestre substituto do Santuário legitima Mei como um cavaleiro de Atena da constelação de Coma Berenices, cuja armadura era negra e não pertencia a nenhuma das hierarquias dentre as três existentes.

Tífon e Pallas estão refugiados no Calabouço do Tempo Estagnado aonde Equidna, metade mulher e metade serpente, gera em seu ventre o corpo definitivo de Tífon. Surgem depois três filhos do giga: Orthos, o cão bicéfalo; Quimera, a fera pluriforme; e Ladon, o dragão de cem cabeças.

  • Coma

Os cavaleiros de bronze foram enviados para determinadas regiões da Europa e buscam pistas sobre a localização do novo Santuário de Tífon. Nicol se baseou nos poemas gregos para conseguir informações sobre os gigas, já que suas façanhas nunca foram descritas nos registros históricos.

Yuuri e Mei estão no observatório, porém, desde a erupção do Etna, a atmosfera do planeta está coberta por uma densa névoa que dificulta até mesmo a passagem dos raios solares ou a visualização das estrelas. Yuuri então pergunta a Mei se ele não se recorda dos planos de Tífon enquanto teve seu corpo dominado pelo giga, mas ele não consegue se lembrar de nada.

Os dois vão à biblioteca do Santuário pesquisar nos livros históricos informações sobre a Gigantomaquia, mas não encontram nenhum registro.

Atena se preocupa com o tempo já gasto para encontrar Tífon pois a demora para achá-lo o ajudaria a recuperar ainda mais seu real poder e Nicol pede a Kiki que entre em contato com Shiryu.

Shun, que havia sido encarregado de investigar a península da Anatólia, na Turquia, foi surpreendido pela presença do cosmo de três gigas que ele não conseguiu identificar de quem eram. Em perigo, numa tentativa de alertar o Santuário, Shun grita o nome de Atena enquanto os três gigas avançam sobre ele.

Atena e Nicol conversavam na sala do mestre quando, de repente, aparece diante deles um pedaço da corrente de Andrômeda que havia atravessado a fronteira dimensional para chegar até ali. Na mesma hora, os dois compreenderam que Shun estava em perigo. Shiryu e Mei subiam juntos as escadas dos doze templos zodiacais, mas um barulho vindo da biblioteca os mobilizou para ir verificá-la. Chegando lá, eles encontraram Yuuri morta e o giga Pallas. Mei então veste sua armadura e ameaça matá-lo, mas Shiryu o impede. Eles tentam obter de Pallas informações sobre Tífon, mas ele pronuncia o nome sagrado do seu líder e recebe como punição à morte. Nicol depois informa os dois sobre o perigo que Shun estava correndo e o paradeiro de Tífon.

  • Sangue

Seiya, Hyoga, Nicol e Mei prestam uma última homenagem a Yuuri, no cemitério do Santuário.

Nicol se reúne a Seiya, Hyoga e Shiryu para irem ao resgate de Shun, enquanto Mei já havia saído na frente e sem avisar ninguém por se sentir o culpado pelos últimos acontecimentos. Nicol também convoca os cavaleiros de bronze Nachi, Ban, Ichi, Geki e Jabu para tomarem conta da deusa e do Santuário na ausência deles. Saori ainda oferece algumas gotas do seu sangue para proteger as armaduras dos cavaleiros do campo de força que suga o cosmo, dentro do Santuário de Tífon.

Seiya, Hyoga, Shiryu, Nicol e Kiki, que os tele-transportou, chegam à região da Anatólia e Nicol diz que existe um poema que conta uma história chamada ‘A morada de Typhoeus (Tífon)’, descrita nesta região e que revela a existência de Equidna, a esposa do giga. Kiki permanece no local enquanto os outros quatro seguem em busca do novo Santuário dos gigas.

Eles ouvem um ruído e de repente o solo cede. Todos caem na profunda cratera que se abre e se separam nos corredores do templo subterrâneo. Hyoga se encontra com o Giga Orthos, o cão bicéfalo, e Seiya é ameaçado pelo giga Quimera, a fera pluriforme.

Shiryu e Nicol ainda estão juntos e quando avançam pelo labirinto, encontram Mei caído. Nicol instintivamente corre para ajudar o amigo, mas recebe um golpe pelas costas, executado por Ladon, o dragão de cem cabeças. Ainda assim, em seus últimos momentos, consegue revelar a Mei que o destino de sua estrela guardiã é dele se tornar o homem responsável pelo selamento de Tífon. Shiryu então dá cobertura para Mei prosseguir e inicia uma luta contra o giga.

  • Cronos

Seiya tem muita dificuldade em sua luta contra Quimera. O giga ataca com seu golpe ‘Rampantes da Lâmina’ aplicado pela sua espada flamejante e se defende de todos os meteoros lançados por Seiya com seu escudo, e numa tentativa de utilizar o ‘Turbilhão de Pégaso’, Seiya se queima todo ao tocar a ardente armadura de Quimera. Como último recurso, o cavaleiro de bronze reúne todas as suas forças para lançar um único e concentrado golpe; o ‘Cometa de Pégaso’. Assim, ele consegue atingi-lo em cheio e o giga é derrotado, porém, Seiya não encontra mais o corpo de Quimera, mas apenas a armadura vazia.

O cavaleiro de cisne também está em pleno combate contra o giga Orthos. Hyoga criou um campo congelado para obter vantagem em seus ataques, mas Orthos escurece a iluminada caverna e se posiciona de modo a atacar Hyoga a distância. Ele utiliza a técnica ‘Saphiros Enedora’ para controlar mentalmente dois cães que avançam e mordem o corpo do cavaleiro de cisne. Após receber alguns ataques sem precisar a localização dos animais, Hyoga consegue detectá-los pelo som que faziam ao se deslocarem pela fina cortina de gelo criada pelo cavaleiro de cisne que depois acorrentou os cães com o seu ‘Círculo de Gelo (Kalitso)’. Neste momento, a luz retornou ao ambiente e o cavaleiro de bronze lançou o golpe ‘Kholodnyi Smerch’ que congelou Orthos, mas para sua surpresa, ele se transformou no cão bicéfalo da mitologia, um enorme cão de duas cabeças exalando maldade. Hyoga então precisa utilizar a técnica ‘Execução Aurora’ e congela tudo o que estava presente naquele recinto.

Shiryu lança o ‘Cólera do Dragão’ para conter Ladon enquanto espera Mei se dirige ao corredor que o levará até Tífon. Ladon então se recupera, comenta que ambos os dragões desta luta são regidos pela mesma constelação e depois aplica o golpe ‘Polyolkya’ que cria uma ilusão na mente do cego Shiryu, que tem a visão de seu espírito sendo devorado. Depois, Ladon atira uma onda de choque para destruir o corpo de Shiryu, que mesmo paralisado, ainda consegue mover seu escudo para se defender do ataque. Ele explica que pelo fato de lutar pelos amigos, o seu espírito nunca se enfraquece justamente por saber que existem pessoas que confiam nele. Começa então a retirar sua armadura e lança mais uma vez o ‘Cólera do Dragão’, que desta vez consegue derrotar Ladon.

O espírito de Mei se encontra com Seiya e depois com Hyoga para se despedir deles antes de ir confrontar o poderoso giga Tífon. O altar maligno que aprisiona a mulher-serpente grávida estremece e o Casulo do Tempo que envolve Equidna está próximo de se romper. Tífon devora o cosmo de seus três filhos e se fortalece ainda mais, quando, neste momento, Mei chega para enfrentá-lo.

Sentindo que o selo de Atena ‘Calabouço do Tempo Estagnado’ está próximo de ser completamente removido, Mei avança rapidamente em direção a Tífon. O giga então desfaz a redoma de Flegra e absorve a energia liberada para se tornar ainda maior e mais forte. Sem técnicas ou habilidades, ele balança as mãos para lançar chamas e relâmpagos e dá chutes que provocam ventanias e ondas de vácuo na tentativa de derrubar Mei, mas o cavaleiro consegue se defender em todas as tentativas do giga graças aos dois escudos de sua armadura. Tífon então exala sua energia vital ‘Kiai’ criando uma onda de destruição assassina que atira Mei contra a parede, destruindo sua armadura e escudos e arrancando inclusive a perna esquerda do cavaleiro, que nem sangra mais devido seu combate anterior contra Ladon. Mei está visivelmente morto e só está de pé pela grandiosa vontade de Atena e pelo destino da constelação que o guia.

O Casulo Temporal enfim se rompe e Tífon inicia o processo de transferência de sua aura para o seu novo e definitivo corpo. Mas antes que consiga realizar a operação, o altar em que se encontra Equidna é envolto em chamas e se consome pelo golpe flamejante de Ikki, a ave Fênix. Tífon não se conforma com a perda e se transforma num Tufão que ameaça destruir tudo que estiver presente. Mei pede a Ikki que fuja daquele lugar com Shun e o deixe sozinho para encerrar a onda de temor que Tífon ousava despertar nos homens. Após a saída dos irmãos, a peculiar armadura de Coma Berenices solta alguns fios de oricalco que recolhem a perna arrancada de Mei e a re-costuram no corpo do cavaleiro, fechando suas feridas. Mei, já vestindo a armadura, consegue controlar os fios que ela soltava e parte na direção de Tífon.

  • Deus ex Machina

A armadura de Coma Berenices lança milhares de fios cortantes até todo o traje se desmanchar, e os fios então se agrupam ganhando a forma de um casulo que aprisiona Tífon e Mei. O giga zomba do cavaleiro e diz que o Casulo do Tempo não o manterá preso por mais que dez mil anos, mas Mei está satisfeito pois cumpriu o seu destino.

A atividade vulcânica que se manifestava em diversos pontos do planeta foi interrompida. Hyoga retorna para a Sibéria e Shiryu para os Cinco Picos Antigos, na China; Ikki desaparece mais uma vez pelo mundo enquanto Seiya e Shun permanecem no Santuário. Atena olha para as estrelas e compreende que o seu destino de deusa é zelar pelo Amor e pela Justiça sobre a Terra.

Publicado em 24 de dezembro de 2010, em A Hisória de Sangue, Gigantomaquia, História Lateral, Resumo das Hisórias e marcado como , , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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