[Saint Seiya: O Santo Guerreiro] Informações Especiais do Filme


Em 1987, devido ao grande sucesso da série Cavaleiros do Zodíaco, a Toei Animation lançou o primeiro especial estrelado pelos valorosos defensores de Atena.

O especial foi chamado de “Saint Seiya Gekijôban”, que seria “Saint Seiya – O Filme”. Posteriormente, com o lançamento do Movie Box (um Box com DVD especiais dos quatro filmes remasterizados) esse longa-metragem recebeu outro título: “Jashin Eris” – o que traduzido seria algo como “Éris, Deusa da Discórdia”. No Brasil, o longa ficou conhecido apenas com o nome original do desenho, Saint Seiya, que traduzindo significa “Seiya, o Santo Guerreiro”.

Detalhe importante é que essa aventura inédita faz parte do primeiro ano dos Cavaleiros do Zodíaco, onde eles enfrentam a nova ameaça maléfica com suas armaduras originais.

Como é marca registrada das aventuras de Seiya e seus companheiros, suas histórias sempre têm um embasamento na mitologia, por mais superficial que seja. A história de “Éris, Deusa da Discórdia” não foge à regra e para que vocês não fiquem boiando apresentamos agora uma história mitológica da deusa Éris.

A deusa era irmã de Ares (todos os filhos de Zeus são irmãos, então, Atena é irmã até do Ares e da Éris, mitologicamente falando) e também uma de suas companheiras. Éris é conhecida como a mãe das dores, do esquecimento e da fome. É daí que surge sua denominação de deusa da discórdia.

Os deuses haviam se reunido para acompanhar as núpcias entre Tétis e Peleu, quando surge Éris e atira entre os deuses a maçã de ouro destinada à mais bela entre as três deusas: Atena, Afrodite e Hera. Os deuses negaram a responsabilidade da escolha. Sobrou para Páris executar a escolha. Cada uma das deusas agiu em causa própria: Hera prometeu a Páris o Império da Ásia se fosse a escolhida; Atena ofereceu-lhe a sabedoria e a vitória nos combates; Afrodite prometeu-lhe o amor de Helena, a espartana que é considerada a mais bela de todas as mulheres do mundo.

Como o tal do Páris não era bobo nem nada, escolheu Afrodite como a mais bela das deusas. O problema é que esse evento desencadeou simplesmente a Guerra de Tróia, após o casamento entre Páris e Helena, e tudo por causa da maçã de Éris, que fez juz ao seu título de deusa e semeou a discódia.

Publicado em 2 de março de 2011, em Filmes, Saint Seiya: O Santo Guerreiro e marcado como , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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