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[Gigantomaquia] Resumo da História de Mei


  • Orestes

Shun e Nicol, Cavaleiro de prata de Altar e mestre interino do Santuário após a morte de Saga, estão no Odeon de Atenas, um teatro a céu aberto, e assistem à trilogia Orestéia, escrita por Ésquilo. Quando estava na segunda parte da peça, um sujeito mascarado e disfarçado de ator entra em cena e comete dois assassinatos no palco. Começa então um grande tumulto entre os espectadores e, no meio da bagunça, o assassino se dirige até Shun e tenta atingi-lo com a mesma espada que havia matado os atores, mas rapidamente as correntes de Andrômeda aparecem e o defendem. O sujeito mascarado então golpeia Nicol para desviar a atenção do cavaleiro de bronze para depois fugir no meio da multidão.

  • Os Santos de Atena

Yuuri, oficiante auxiliar da Constelação de Sextante, está no observatório do Santuário e de repente é surpreendida por um invasor que se aproxima por trás e a ataca com um soco no abdome, deixando-a inconsciente.

Seiya percorre o Santuário e ouve gritos. Quando ele corre para identificar o que estava acontecendo, depara-se com três soldados do Santuário mortos e logo surgem os Gigas Ágrios, a força brutal; Toas, o relâmpago célere; e Pallas, o parvo. Kiki também aparece depois e por telecinese leva a armadura de Pégaso até Seiya. Os três Gigas entram em combate com o cavaleiro de bronze, mas o invasor misterioso surge trazendo Yuuri inconsciente consigo e informa que eles devem partir. Antes de sumir, Toas diz a Seiya que se quiser revê-la, terá que enfrentá-los na ilha de Sicília.

Seiya, Shun, Nicol e Saori se reúnem na sala do mestre e discutem a presença dos gigas no Santuário e acham muita coincidência o incidente no teatro e o seqüestro de Yuuri. Seiya lembra que os invasores mencionaram que iriam para a Sicília e Nicol ordena a Kiki que se tele-transporte para lá e traga um guia. Imediatamente ele está de volta e trás consigo Mei, um dos órfãos ainda vivos que foi enviado para treinamento, assim como Seiya e os outros cavaleiros de bronze.

  • Sicília

Nicol pilota o avião em direção à Sicília levando Seiya, Shun e Mei, que aproveitam o percurso para conversarem sobre suas vidas a respeito de todos estes anos em que estiveram separados.

Eles chegam à ilha e Mei conta um pouco das origens e características da Sicília, quando são surpreendidos pela aparição dos três gigas e do líder deles, o sumo sacerdote Encélado.

Os gigas trocam insultos com os cavaleiros de bronze e Seiya inicia uma luta com Ágrios. Seiya não tem êxito com seus meteoros e recebe do Giga o golpe ‘Pressão de Penhascos’.

Nicol retorna ao Santuário e Saori lhe diz que pediu a Kiki que entrasse em contato com os outros cavaleiros de bronze. Toas ameaça Shun que se protege com as correntes de Andrômeda e se prepara para o combate.

Yuuri acorda e está amarrada sob a guarda de Encélado. Os dois estão no Santuário dos gigas, dentro de uma caverna subterrânea sob o monte Etna, protegida pela redoma de Flegra, que tem como característica absorver o cosmo de quem invadi-lo.

  • Ressurreição

Seiya está em combate com Ágrios e após receber por duas vezes o golpe ‘Pressão de Penhascos’, evita a terceira tentativa do giga, eleva seu cosmo e lança mais uma vez seus meteoros, finalizando a luta com o ‘Turbilhão de Pégaso’.

Shun ainda luta com Toas e mantém postura defensiva no combate. O giga então utiliza sua técnica ‘Golpe Voador’ e consegue destruir as correntes que defendiam Shun. Muito próximo da derrota, o cavaleiro de bronze é salvo pelo amigo Hyoga que aparece e só precisa lançar uma vez o ‘Pó de Diamante’ para derrubar o inimigo.

Seiya, Mei, Shun e Hyoga se reencontram no topo do monte Etna, perto da cratera que está há muito tempo inativa e descem juntos para alcançarem um enorme cosmo que sentiram vindo lá debaixo. Chegando lá, todos se surpreendem com o brilho das paredes que tornam a caverna subterrânea bem iluminada. Também sentem que o interior da gruta parece pulsar, mais parecendo estarem dentro do corpo de algum ser vivo.

Os quatro chegam a uma enorme sala após atravessarem os largos corredores da caverna e encontram Yuuri do Sextante e Encélado próximos a um altar. Logo depois, surgem também Ágrios, Toas e Pallas que simularam suas derrotas. O sumo sacerdote dos gigas então revela que o cosmo dos cavaleiros está sendo transferido para as paredes da gruta e inicia o ritual de ressurreição de Tífon, o último e mais poderoso dos gigas, que se apossa do corpo de Mei para voltar à vida.

Encélado diz que será realizado um ritual para transferir a energia do cosmo dos cavaleiros para Tífon, que ainda está fraco. Para isto, é necessário o sangue deles, e Tífon então ergue suas mãos buscando as gargantas de Shun e Hyoga, quando Atena aparece e evita que sejam mortos. Encélado avisa Tífon que o corpo de Yuuri será oferecido a ele e Atena mais uma vez se adianta e não permite que a oficiante seja atingida.

Ágrios e Toas oferecem seus sangues para fortalecer Tífon e Encélado oferece seu corpo para que ele possa completar sua ressurreição. Durante o processo de passagem da energia de Tífon, do corpo de Mei para o de Encélado, Mei recupera a consciência e pede para Atena que o sacrifique para que seja interrompida a transferência. Pallas então atinge Mei pelas costas e Tífon consegue concluir o processo. Tífon então lança seu ataque contra Mei, mas Atena o repele. Com o choque de energias, surge perante todos a armadura de Coma Berenices. Mei é o dono dela, e após vesti-la, atinge Tífon com um golpe. O giga então admite que não está totalmente recuperado e inicia a erupção do Etna, adiando o confronto final entre os guerreiros de Atena e os gigas.

  • Intermissão

Uma semana depois que Tífon desapareceu após a erupção do Etna, os três cavaleiros de bronze conversam com Nicol, que conclui que Mei já era manipulado há muito tempo pelos gigas, sendo inclusive o responsável pelos assassinatos no teatro Odeon. Enquanto os quatro discutem sobre os acontecimentos, Yuuri e Mei ainda se recuperam dos ferimentos.